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Decourt inicia programa de pesquisa de campo para validar a Fundação Modular

Release para imprensa

Sistema de estacas metálicas cravadas por torque, sem uso de concreto, é pensado para atender à demanda crescente por fundações compatíveis com a lógica de produção das construções modulares e leves.

O avanço das construções modulares e leves trouxe ganhos expressivos em produtividade e sustentabilidade ecológica. No entanto, a engenharia de fundações tradicional ainda carece de metodologias específicas para acomodar as exigências desse segmento. É para preencher essa lacuna que a Decourt Tecnologia em Solos — empresa fundada em 1973 pelo engenheiro Luciano Décourt — dá início a um amplo programa de pesquisa de campo dedicado à Fundação Modular.

O sistema utiliza estacas metálicas cravadas por torque, executadas em módulos com segmentos típicos de 2 metros, sem uso de concreto. O torque de cravação é aferido estaca a estaca, por torquímetro, o que permite o controle individual de carga de cada elemento já durante a própria execução — dispensando o tempo de cura normalmente associado a fundações convencionais e reduzindo o impacto ambiental da obra, com menos ruído, vibração e volume de escavação.

A validação técnica do sistema é conduzida por um programa de campo que reúne cravação de estacas em diferentes tipos de solo, monitoramento extensivo e uma ampla bateria de ensaios geotécnicos e provas de carga. A primeira campanha, na região Sudeste, já está em andamento, com início em 2026, e vai consolidar os parâmetros de dimensionamento do sistema a partir da correlação entre o torque de cravação e a capacidade de carga da estaca.

"Em fundações, é preciso SER: Segurança, Economia e Rapidez" — o conceito, introduzido por Luciano Décourt há cerca de 20 anos, resume a lógica por trás da Fundação Modular: aplicar décadas de pesquisa em mecânica dos solos a um dos segmentos que mais crescem na construção civil.

Os resultados de cada campanha serão publicados integralmente na página de Pesquisas da Decourt, à medida que forem concluídos — dando continuidade a uma trajetória que já soma mais de 150 trabalhos técnicos publicados e 500 citações acadêmicas desde a fundação da empresa.

Fundação em barras de aço confinadas sustenta uma das torres mais altas de Fortaleza

Release para imprensa

Recalque medido na Torre II do SKY Residencial fica quase quatro vezes abaixo do limite de projeto, validando técnica de fundação em barras de aço que a Decourt vem desenvolvendo desde 2013 — e que rendeu à empresa o Prêmio José Machado 2026, da ABMS.

Com 52 pavimentos e 165 metros de altura, a Torre II do Riacho Maceió — SKY Residencial, empreendimento da Construtora Colmeia à beira-mar de Fortaleza (CE), com projeto do arquiteto Daniel Arruda — será, quando entregue em 2026, um dos edifícios residenciais mais altos do Ceará. Sustentando essa estrutura está uma fundação inédita, desenvolvida pela Decourt Tecnologia em Solos: barras de aço Rocsolo de 3", confinadas em concreto de alta resistência, no lugar das estacas de concreto armado convencionais.

A técnica retoma conceitos que o engenheiro Luciano Décourt, fundador da Decourt, introduziu em 2013 na Mansão Wildberger, em Salvador, e publicou no livro Innovations in Geotechnical Engineering (ASCE, 2018) — origem das fundações diretas em barras de aço de 3" de diâmetro e altíssima resistência (282 tf), confinadas por groute ou concreto de resistência igual ou superior a 50 MPa.

No SKY Residencial, o desafio era outro: pilares muito lineares e estreitos, num edifício em que os esforços de vento são determinantes. A solução fechou as seções em "U" dos pilares em seções quadradas, para rigidez em todas as direções, combinando estacas raiz de carga — penetrando cerca de 6 metros na rocha — com estacas de contenção, que apenas tocam o topo rochoso.

Monitorada por dois anos, de fevereiro de 2024 a março de 2026, em 16 pilares, a obra registrou recalque médio de 2,98 mm e máximo de 6,32 mm — bem abaixo do limite de projeto, de 25 mm. A cada leitura, o calculista estrutural Marcelo Silveira, sócio da MD Engenheiros Associados (escritório também responsável pelo projeto estrutural da reforma do Estádio Castelão para a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014), reavaliava as cargas de todos os pilares — transformando cada medição de recalque numa prova de carga estática. A sondagem do terreno foi conduzida pela Solotrat, referência nacional em engenharia geotécnica desde 1991.

O comportamento das barras confinadas, independente da profundidade, já havia sido demonstrado pela pesquisa histórica do IPT Interlagos. No próprio SKY Residencial, uma estaca raiz Ø400mm foi testada pela IS Assessoria até 452,4 tf — quase o dobro da carga de trabalho prevista, de 270 tf — com recalque de apenas 10,8 mm no pico do ensaio.

"Em fundações, é preciso SER: Segurança, Economia e Rapidez" — afirma Luciano Décourt, conceito que introduziu há cerca de 20 anos e que resume a lógica por trás da técnica: menos material, mais controle e resultados mensuráveis obra a obra.

O projeto rendeu à Decourt o Prêmio José Machado 2026, da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS). Os dados completos do monitoramento estão publicados na página de Pesquisas da Decourt.

Decourt assina as fundações dos dois prédios mais altos já erguidos em Fortaleza

Release para imprensa

Fortaleza, agosto de 2026.

One Residencial e SKY Residencial, ambos da Construtora Colmeia e à beira-mar da cidade, dividem o topo do ranking de prédios mais altos do Ceará — e têm a engenharia de fundações assinada pela Decourt nos dois casos.

Erguido no Mucuripe, o One Residencial foi entregue em janeiro de 2025 e se tornou o edifício mais alto já concluído no Ceará. Pouco mais de um ano depois, a mesma incorporadora, a Construtora Colmeia, prepara a entrega do SKY Residencial — a Torre II do Riacho Maceió —, com 52 pavimentos e 165 metros de altura, também à beira-mar de Fortaleza. Nos dois projetos, a engenharia de fundações foi assinada pela Decourt Tecnologia em Solos.

No SKY Residencial, a Decourt desenvolveu uma fundação inédita em barras de aço Rocsolo confinadas, que resultou em recalque quase quatro vezes abaixo do limite de projeto — case detalhado em release à parte, e premiado com o Prêmio José Machado 2026, da ABMS.

"Em fundações, é preciso SER: Segurança, Economia e Rapidez" — reafirma Luciano Décourt, fundador da Decourt, ao comentar a sequência dos dois projetos. "Cada arranha-céu novo traz um desafio de solo e de vento diferente — não existe fórmula genérica."

[Nota para a equipe: os números do One Residencial (andares, altura, data de entrega) vêm de reportagens da imprensa local, não de registro interno da Decourt — a empresa não guarda a contagem exata de pavimentos, só as alturas. Confirmar com a Colmeia antes de enviar. Se houver dados técnicos da fundação do One (sistema usado, resultados de monitoramento), me avise para eu incluir um parágrafo específico, como no release do SKY.]

Sobre a Decourt — Fundada em 1973 por Luciano Décourt, engenheiro com mais de 60 anos de atuação em engenharia geotécnica e fundações, a Decourt Tecnologia em Solos reúne consultoria técnica, pesquisa aplicada e desenvolvimento de métodos para fundações. Ao longo de mais de 50 anos, respondeu por projetos de fundação de usinas hidrelétricas e por trechos do metrô de São Paulo e do Rio de Janeiro, além de rodovias, obras industriais e centenas de edifícios residenciais e comerciais em todo o país. Seu fundador foi vice-presidente da International Society for Soil Mechanics and Foundation Engineering (1989–1994), é sócio emérito da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS) e Fellow da American Society of Civil Engineers (ASCE).

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